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terça-feira, 30 de março de 2010

Uma corrida nada maluca


O Governo Federal lançou ontem a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Ótimo, mais investimentos para o país, mais recursos para obras e ações nos Estados e municípios. Mas na prática não é bem assim. O PAC 1, lançado em 2007, não tirou do papel mais da metade das obras. Menos de 15% delas foram concluídas. Então, cidadão brasileiro, pergunte-se: por que então, lançar o PAC 2 sem concluir a primeira etapa?

A resposta é simples: estamos em ano eleitoral. E, por lei, a candidata do presidente Lula, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, tem que deixar o cargo amanhã para se dedicar à campanha. E não por coincidência, a pasta da ministra é a responsável pela coordenação das obras e liberação de recuros.

O PAC 2 prevê investimentos de R$ 1 trilhão de reais. As áreas mais beneficiadas serão energia, habitação e o social. Ninguém esclareceu de onde o Governo vai tirar esse dinheiro todo. E nem o prazo para que todas as obras sejam concluídas. Aliás, antes de responder essa pergunta, a turma do Planalto deveria primeiro encerrar o assunto do PAC 1.

Tem governador que reclama que o processo para liberaççao de recursos é muito burocrática. Por outro lado, o Governo Federal alega que os projetos enviados pelos Estados é que são incompletos. Bem, a verdade é que quem espera e continua sofrendo com a falta de infraestrutura é a população. E sem falar nos empregos que as tantas obras poderiam gerar.

O Governo (leia-se Lula), insiste que o lançamento às pressas do PAC 2 não tem nada a ver com a corrida pela cadeira ocupada hoje por ele. Por outro lado, José Serra, que finalmente se declarou candidato, tenta correr pelas beiradas. Para ele o ditado popular de "antes tarde do que nunca" pode sair caro demais. No quesito de conquista de votos, Dilma está anos-luz à frente. Há meses que está presente em todos os aniversários de boneca, nos quatro cantos do país.

Antes de tudo isso, o presidente precisava mesmo era explicar melhor o cancelamento da visita que faria hoje a Pernambuco. Lula iria a Salgueiro, onde deveria inaugurar uma fábrica que irá fornecer equipamentos para a construção da ferrovia Transnordestina. Mas adivinha o que aconteceu? A obra está inacabada. Por acaso, tem recursos do PAC envolvidos.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Sehnsucht nach dem Kommunismus


Às vésperas da comemoração dos 20 anos da queda do Muro de Berlim, no próximo dia 9, os alemães estão vivendo um surto agudo de nostalgia. É a chamada ostalgie, ou a nostalgia dos tempos comunistas, que de vez em quando irrompe no país - isso já aconteceu em 2003, quando estreou o filme Adeus Lênin. Em sua versão 2009 não existe filme algum - o exemplar mais recente a tratar dos tempos comunistas, A Vida dos Outros, de 2007, detona qualquer ilusão de que a vida na Alemanha Oriental era melhor do que a do país unificado.

O que existe é um movimento de revalorização de marcas da velha República Democrática Alemã, provavelmente despertado pelo desencanto com a situação econômica do país, bastante afetado pela crise global. Uma reportagem no jornal Advertising Age, especializado em publicidade e marketing, mostra que uma série de marcas do velho regime faz enorme sucesso nas prateleiras das lojas de uma Alemanha capitalista como nunca.

A mais emblemática é a de um vinho espumante chamado Rotkäppchen (ou Chapeuzinho Vermelho). Nos tempos do comunismo, o kombinat que fabricava a bebida vendia 15 milhões de garrafas por ano, principalmente para os chefões do regime. Em 1991, esse número despencou para 2,9 milhões de garrafas. No ano passado, no entanto, o Rotkäppchen cravou a incrível marca de 149 milhões de garrafas, o que lhe garantiu 40% do mercado de espumantes da Alemanha.

O champanhe comunista não está sozinho nessa onda. A marca de sabão em pó Spee, hoje pertencente à Henkel, tornou-se uma espécie de ícone para a classe C alemã (se é que existe isso). Da mesma forma, a marca de produtos de beleza Florena, também chamada de “Nivea do Leste”, foi comprada pela dona da Nivea de verdade, a Beiersdorf, logo depois da reunificação e hoje é um produto estratégico para a empresa entre os consumidores que viveram na antiga RDA. O mesmo acontece com produtos como Café Rondo, Mostarda Bautzner e os tênis Zeha (uma espécie de Adidas comunista, que calçava dez entre dez estrelas das equipes olímpicas alemãs-orientais).


A única marca que ficou de fora dessa onda marqueteira foram os Pepinos Spreewald. Quem viu o filme Adeus Lênin com certeza se lembra da epopéia do personagem Alex revirando latas de lixo atrás de um pote dos malditos pepinos para atender os desejos de sua mãe saborear a iguaria. Com um apelo desse, é de se admirar que ninguém ainda tenha relançado o produto.

*Fonte: Época Negócios
* Fotos: Época Negócios/Google


PS: Tradução do título da postagem - "Saudade do Comunismo"

O Brasil é o país do futuro


Economia brasileira está no caminho certo, avalia Lula
Presidente disse que o Brasil precisa ter vários anos de crescimento consecutivo para gerar mais empregos, mais renda e aumentar os ganhos dos trabalhadores

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje estar convencido de que a economia brasileira está "no caminho certo". Em seu programa semanal "Café com o Presidente", ele admitiu, entretanto, que a previsão feita pelo Banco Mundial de que, em 2016, o Brasil possa se tornar a quinta maior economia do mundo é um "desafio".

"O que o Brasil precisa é ter vários anos de crescimento consecutivo para que a gente possa gerar mais empregos, mais renda, aumentar os ganhos dos trabalhadores. A sociedade vai ter mais poder de consumo, as empresas vão produzir mais e nós vamos gerar mais empregos. É uma roda gigante, que não pode parar nunca", disse.

Lula se declarou "satisfeito" com os números divulgados na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) , que indicam que a taxa de desocupação em setembro ficou em 7,7% - a mesma de setembro do ano passado.

Para o presidente, não é preciso fazer "nenhuma invenção ou mágica", mas ter a consciência de que há espaço para mais crédito e desoneração em alguns setores. "Temos que incentivar o povo brasileiro a comprar aquilo que ele ainda não tem", afirmou.

*Fonte: Época Negócios/ Valor Online/ Agência Brasil
*Foto: Blog do Planalto

segunda-feira, 13 de julho de 2009

CCJ do Senado aprova Lei Nacional de Adoção


A proposta que estabelece novas regras para a adoção de crianças e adolescentes foi aprovada nesta quarta-feira, 8 de julho, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. A nova Lei Nacional de Adoção (PLS 314/04), de autoria da senadora Patrícia Saboya (PDT – CE), recebeu parecer favorável, com emendas, do relator do projeto, o senador Aluízio Mercadante (PT – SP). Agora a proposta segue para análise da Comissão de Direitos Humanos e, posteriormente, será submetida a plenário.

A nova lei de adoção prioriza o direito de crianças e adolescentes à convivência familiar, estabelecido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), mas inova na ampliação do conceito de família extensa, formada por parentes próximos com os quais convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade.

A proposta também fixa prazo para o ajuizamento da ação de destituição do poder familiar em caso de violência ou abandono. Isso agilizará a colocação da criança em situação de adoção, dando a ela a oportunidade de conviver em outro lar, caso não haja condições de permanecer na sua família biológica.

Outra inovação do projeto é a obrigatoriedade de revisão a cada seis meses da necessidade de permanência da criança no abrigo, para evitar que fiquem por muito tempo nas instituições. A proposta também garante que a da Justiça dará atenção a gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para a adoção, o que poderá evitar o abandono de crianças em espaços públicos logo após o nascimento.

A nova lei impõe, ainda, a obrigatoriedade de que os irmãos não sejam separados, medida que, na prática, já é adotada pela maioria dos juízes da Infância e da Juventude, mas que precisava ser colocada em lei para impedir situações diversas.

* Fonte: Associação dos Magistrados do Brasil - AMB.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Tradições

Há costumes que não conseguimos explicar porque fazemos. Simplesmente seguimos. Peguei dois exemplos no livro que estou lendo atualmente: 1808, de Laurentino Gomes. Ambos são descritos, como o nome do título do livro sugere, no período da permanência da Família Real no Brasil. Mas, se os trouxemos para os dias atuais, não muda nada não.

Sobre o Brasil (página 192):

Outra herança da época de D. João é a prática da "caixinha" nas concorrências e pagamentos dos serviços públicos. O historiador Oliveira Lima, citando os relatos do inglês Luccock, diz que se cobrava uma comissão de 17% sobre todos os pagamentos ou saques no tesouro público. Era uma forma de extorsão velada: se o interessado não comparecesse com os 17%, os processos simplesmente paravam de andar. "A época de D. João estava destinada a ser na história brasileira, pelo que diz respeito à administração, de muita corrupção e peculato", avaliou Oliveira Lima. "A corrupção medrava escandalosa e tanto contribuía para aumentar as despesas, como contribuía o contrabando para diminuir as rendas."

Sobre Londres (páginas 205 e 206):

O poder e a influência da nova potência se faziam sentir em todas as partes do mundo. Com pouco mais de um milhão de habitantes, Londres era a maior cidade do mundo. Suas chaminés lançavam uma nuvem de fuligem que cobria o telhado das casas. Fortunas se multiplicvam graças a invenções revolucionárias, como a locomotiva a vapor. Nesse ambiente criativo e dinâmico, as ideias circulavam livremente, em contraste com o ardor patriótico, porém autoritário, da França Napoleônica, onde os livros e a cultura eram submissos aos caprichos do imperador. No começo do século XIX, havia 278 jornais em Londres. Esse número incluía periódicos ingleses, como o já vulnerável The Times, e também uma infinidade de jornais em língua estrangeira, ali publicados para fugir à censura e à perseguição em seus países de origem, caso do brasileiro Correio Braziliense, de Hipólito da Costa. A cidade era um centro de debates, pesquisas e inovações, que atraía cientistas, pensadores, escritores e poetas. Alguns dos maiores nomes da história da literatura inglesa, como Lord Byron, Percy Shelley e Jane Austen, lá estavam, escrevendo suas obras-primas. Multidões se reuniam para ouvir palestras, exposições e debates em torno de inúmeras sociedades dedicadas à pesquisa de Geografia, Astronomia, Antropologia e Geologia, entre outras áreas da ciência.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Lula 2010

Lula vai conseguir ter um terceiro mandato em 2010. Não que as discussões sobre mais uma re-eleição do atual presidente voltaram à tona. Mas o candidato que ele escolher - seja Dilma ou qualquer outro - já sai com uma grande vantagem na frente.

O Planalto tem se esforçado em usar toda a máquina governamental que consegue reunir. Um dos exemplos foi o anúncio feito ontem pelo Ministério do Desenvolvimento Social, que incluiu mais 382 mil famílias como beneficiárias do Bolsa Família. Para agosto, estão previstas mais 550 mil. Então, serão 12,9 milhões de famílias recebendo dinheiro do Governo. Ou seja, 7,1% da população brasileira.

E como se não bastasse, também entrará no rol a população de acampamentos da reforma agrária. Pronto, agora é o financiamento do MST e movimentos semelhantes. Até eles são contra. O líder do MST, João Pedro Stédile, declarou que "seria melhor se o Governo investisse mais em reforma agrária."

Não só em reforma agrária, mas também me programas de geração de emprego e renda para os beneficiários do Bolsa Família em áreas urbanas. Ou na ampliação do crédito para a agricultura familiar. Caso contrário, a acomodação de quem já está acostumado a ter tudo dado de mão beijada, vai perpetuar por longos e longos anos. E saindo do meu e do seu bolso, caro leitor.

* Fonte: G1, com comentários da blogueira.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Pílulas


No fim, somos todos criaturas da química, e uma das grandes conquistas nesse fim de século foi controlar a química que nos controla. Assim, muitos dos problemas “psíquicos”, sinônimo para o que não tinha explicação orgânica ou solução farmacêutica, passaram a ser tratados quimicamente. Mais importante, descobriram-se soluções químicas para problemas que antes eram só resolvidos com bruxaria ou prótese, como a impotência. O Viagra é o novo símbolo do novo domínio do homem sobre os seus sistemas e tecidos, eréteis ou não.

Mas se o Viagra acaba com o problema, assim, instrumental, não resolve todas as queixas de uma relação sexual. Muitas mulheres sustentam que mais importante que um pênis ereto é um parceiro solícito e carinhoso. Falta a pílula da consideração, o Viagra do antes. Por que não uma pílula cujo efeito imediato no homem seria fazê-lo mandar flores, propor um jantarzinho, quem sabe um cineminha e depois ficar uma hora na cama fazendo beijo de esquimó e falando coisas como “diz going-going-going”? em vez de só esperando o Viagra fazer efeito para gritar “acho que deu!” e pimba.


As mulheres também reclamam do desinteresse do homem depois do sexo. Falta um Viagra Pós-Coital que estimule a conversa filosófica, a reflexão a dois, até um debate crítico,, qualquer coisa para evitar que ele simplesmente vire para o lado e durma, ou pegue o controle remoto.
Ainda não se sabe exatamente como funcionam, em nosso corpo, coisas como a honestidade e o sentimento ético, mas podem muito bem ser processos químicos também. Assim, seria possível as pessoas compensarem suas deficiências nesse terreno com pílulas.



Imagine se deputados e senadores conscientes tivessem acesso a Viagras morais como a pílula da fidelidade partidária, que asseguraria não apenas a sua resistência a qualquer tipo de aliciamento como a confiança do seu eleitorado na sua coerência. A História do Brasil seria outra.

Mas antes, claro, teria que haver uma pílula da consciência.

* Crônica extraída do livro “Sexo na Cabeça”, de Luis Fernando Veríssimo.

Notas de hoje:


- Glauce Gouveia (foto) mostra que é uma foliã de verdade e começa a se vestir para o Carnaval.

- Quem está nos preparativos para a Festa de Momo é Elisabete Mercês. A fina e fofa foi personagem de matéria publicada na revista JC desse domingo (08), na qual explica que começa a se prevenir com anetecedência para as viroses típicas da época.

- Mhatteus Sampaio de malas prontas para retornar a São Paulo. Desta vez, receberá o 3º Prêmio Latino-Americano de Jornalismo em Saúde Cardiovascular, na categoria melhor entrevista. A série “Cigarro, seu coração agradece por não fumar” foi veiculada na Rádio Jornal, com o especial sobre Tabagismo.



- Ed Ruas (foto) na labuta durante a Feira de Turismo de Lisboa, mês passado.

- Tudo de bom a festa do niver de Leo Dantas, na última sexta-feira (06). O encontro com os amigos foi no bar Vila Madalena, no Pólo Pina. Parte do bar foi reservado para os convidados do fino e fofo. O ponto alto foi a apresentação de um vídeo mostrando fotos do aniversariante com os amigos.

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Semelhanças


Alguma semelhança com o slogan da última gestão da Prefeitura do Recife é puro plágio. Assim como na natureza, na política nada se cria, tudo se copia!

Notas de hoje:

- Virando mais uma folhinha a queridíssima amiga Thais Miréia, que infelizmente mora muito, muito longe.

- Depois de curtir parte das férias em São Paulo, Mhatteus Sampaio refaz as malas para aproveitar as praias de Maceió.

- Félix Filho exausto, porém feliz, depois de passar duas horas e meia na fila para a compra do pacote de ingressos dos jogos do Sport na Libertadores.

- Ivan Alecrim, Samara Fernandes e a fofíssima Nina de apê novo, em Boa Viagem. O casal ainda organiza a festa de inauguração. "Mas primeiro temos que arrumar algo para as visitas sentarem", afirma Samara.

- Safira Mergulhão está viciada no seriado Prision Break. "É empolgante, dá vontade de assistir todos os episodios deuma vez", disse a fina e fofa.

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Menos custos, porém ainda caro











Carnaval é bom, quase todo mundo gosta. É tempo de se divertir e beijar na boca. Tudo embalado a muito frevo e umas imagens coloridas que mal se presta atenção, chamada de decoração. A Prefeitura do Recife está gastando R$ 1,7 milhão na decoração do Carnaval deste ano. O valor, apesar de ser R$ 500 mil a menos que 2008, continua sendo alto.


Embora os custos sejam pagos pelos patrocinadores, parte dos recursos poderiam ser aplicados em trabalhos sociais para quem está nas ruas durante a Folia de Momo. Em tempo: algo do tipo já é feito, a exemplo de creches para que as mães deixem seus filhos enquanto trabalham e apoio aos catadores de latinhas.


Mas ainda é deficiente. Ano passado, por exemplo, enquanto acompanhava o show de Nação Zumbi na noite mais cheia do Recife Antigo, vi uma criança sair de dentro de um papa-vidro (isso mesmo, aqueles toneis que arrecadam vidro para recicalgem) com um tubo de cola nas mãos.


Não sou defensora dos fracos e oprimidos, até porque já fui assaltada mais de uma vez por uma dessas "crianças". Mas deveria haver uma fiscalização maior - e consquentemente mais investimentos - para que seres humanos como essa criança que saiu do papa-vidro não circulem mais pelo Carnaval ou por qualquer outra data, seja ela festiva ou não. E que continuem sendo armadas creches provisórias ou quaisquer outras idéias que tenham como objetivo trazer mais paz - seja de espírito ou segurança -para quem está na rua, apenas querendo se divertir.


Notas de hoje:


- Tudo de bom o CD da Rails, que a blogueira escutou em primeira mão. A banda pernambucana busca o mercado norte-americano. Quem quiser, pode escutar o som da banda no MySpace.

- Quem está chegando a Palácio do Campo das Princesas é Tatiana Portela, que assume a Gerência de Gestão Estratégica.



- Sem mudar de endereço: Félix Filho retorna de férias ao PCP. "Infelizmente, tive que deixar a praia, onde fazia longas caminhadas e passava o dia lendo. Sem rádio e sem notícia da terra civilizada", relata.



- Outra pessoa que deu adeus à boa vida das férias foi Renata Coutinho (foto). E o retorno do Agreste e do Litoral foi em grande estilo: mais loira, mais magra e mais feliz. Assim a fina e fofa reassumiu o comando da Band News Pernambuco. "Trouxe muita coisa na bagagem existente no meu coração", relata a fina e fofa, com ar apaixonado.


- Ana Célia de Sá é mais nova funcionária da Universidade Federal de Pernambuco. A fina e fofa passou num concurso e passa a integrar a equipe da Assessoria de Comunicação.


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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Caxangá


A Avenida Caxangá, a maior via em linha reta da América Latina, é uma terra de ninguém. E triste de nós, moradores da Zona Oeste que dependemos dela para exercer nosso direito garantido na Constiuição Federal de ir e vir. No máximo, você consegue ficar parado.

Hoje, passei 35 munitos marcados no meu relógio alemão (coisa de fina e fofa) para percorrer um trecho de menos de um quilômetrto. Tudo porque a Prefeitura do Recife decidiu refazer todas as paradas de ônibus na via. Sem necessidade. Só para ficar igualzinho ao infame Corredor Leste-Oeste.

Para quem não sabe, as paradas de ônibus da Caxangá são no meio da avenida, com faixas exclusivas para ônibus. Só que, com a reforma das paradas, os coletivos estão parando do lado direito da via, na calçada, no lugar dos carros. O melhor de tudo é que, pela Caxangá, circulam umas 30 linhas.

O problema se torna ainda pior porque o cruzamento da Caxangá com a Real da Torre é um dos pontos mais críticos de engarrafamento da cidade. Tudo porque ainda não encontraram uma solução para construir um viaduto ou um túnel ali. A desculpa, provavelmente, é que há no local um prédio tombado pelo Patrimônio Histórico - o Museu da Abolição.

Para mim, é apenas uma desculpa esfarrapada para cobrir uma engenharia de trânsito ineficiente e deficitária. Uma obra viária que solucionasse aquele congesionamento pontual deveria estar incluído no projeto do Corredor Leste-Oeste. Mas talvez o orçamento só tenha sido suficiente para a construção de paradas de ônibus mal-planejadas que mal cabem os passageiros que aguardam seus transportes para casa e trabalho.

PS: Desculpem-me colegas da Prefeitura do Recife. Apenas não consegui mais segurar minha fúria por ser usuária do Corredor Leste-Oeste, como tantos outros moradores do Recife. Aqui, saiu de cena a jornalista e entrou a cidadã, que paga seus impostos e aprova medidas tomadas pela atual gestão. Mas não é por causa disso que tenho que deixar de lado o meu direito de criticar e opinar.

Notas de hoje:

- Sopra velinhas hoje Eduardo Maciel, o todo-poderoso do endomarketing do Sebrae, e Márcio Didier, sub-editor de Política do JC.

- Do Canadá, Fabiana Maranhão tem acompanhado as novidades através do blog. E avisa que retorna neste domingo (14).

- Quem também chega do Canadá é Priscila Feitosa, que espera os amigos sábado num churra em casa.

- Nivia Gouveia está de malas prontas para voltar do Recife. Desta vez, em definitivo.

- A cegonha bateu na porta de Daniella Monteiro. O bebê virá ao mundo em julho.

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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Ainda no clima das eleições


Esqueci de falar da candidatura de Gretchen, que tenta a vaga de prefeita da Ilha de Itamaracá. Maria Odete Brito de Miranda decidiu seguir carreira política aos 50 anos, após cerca de 30 anos dedicados ao rebolado. E pasmem! A campanha política no local que ela apelidou de "Caribe Pernambucano" vai virar documentário, entitulado "Gretchen Filme Estrada", produzido pela paulista Mixer. Uma das cenas mais emocionantes da película será no primeiro ato de camapanha, no dia 29 de julho, quando os filhos correm para abraçá-la. Em recente entrevista à Veja, a postulante disse que o político que mais admira é Frank Aguiar e está lendo "Cartas a um jovem político", de Fernando Henrique Cardoso.

Notas de hoje:
- Quem sopra mais uma velinha hoje é Sérgio Montenegro. A comemoração será com um jantar em família, regado a bom vinho. "Bem envelhecido e com um excelente sabor, assim como eu", disse em tom de modéstia.

- Iúri Moreira convida todos os leitores para irem hoje ao Arriba (antigo Tacos) conferir a apresentação da banda Netos do Raul.

- Carlos Percol recebeu o Prêmio Toritama Empresarial 2008, na categoria Jornalista Revelação.

- Mhatteus Sampaio concorre ao 3º Prêmio Latino Americano de Saúde Cardiovascular com a série "Cigarro: seu coração agradece por você não fumar", que vai ao ar esta semana. Para ouvir, basta clicar aqui.

- Joana, a coelha pet de Safira Mergulhão, está se recuperando de um fungo em uma das patas. "E por causa disso ela está toda manhosa. Fica no meu colo e pede carinho", disse a fina e fofa.

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Guia eleitoral


Eu me divirto assistindo ao guia eleitoral. O dia de exibição dos candidatos a vereador é o melhor. A começar pelos nomes: Zé da Rima (e sua macaxeira), Beleza de Creuza e, claro, Pink, ex-BBB. Além dos nomes exóticos, tem a desenvoltura (ou melhor, a completa falta dela) em frente às câmeras. É de morrer de rir!!!

Notas de hoje:

- Daniel Guedes desaconselha os leitores a comprarem chiclete Clorets. "Ele perde o sabor muito mais rápido. Prefito Trident", declarou ao blog.

- Iúri Moreira desfila pela cidade com sua nova moto, uma Yamaha Virago, que já foi apelidada de Waleska (assim mesmo, com "w" e "k"). O motivo da escolha do nome não dá para publicar.

- Dionísio Freitas já está na fila da compra de ingressos para o show da Madonna, em São Paulo.

- Iana Gouveia entra de férias na próxima semana. Promete voltar uma outra mulher, após a realização de uma mamoplastia.

- Solidária aos traumas infantis, Nivia Gouveia revelou ao blog que morria de medo de Odete Roitman. O que mais atormentava a pequenina era a mecha no cabelo dela. "Antes de dormir, eu sempre pedia ao meu anjo da guarda pra me defender da megera", disse. Que bonitinho!

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