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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Futebol Made in PE


O curta pernambucano "Um Artilheiro no Meu Coração", produzido, dirigido e roteirizado pelosjornalistas Diego Trajano, Lucas Fitipaldi e Mellyna Reis, emplacou mais uma vitória, dessa vez na África do Sul.

O documentário sobre o artilheiro Ademir Menezes, também conhecido como "Queixada", foi exibido durante a Mostra de Cinema Brasileiro nas cidades de Joanesburgo, Durban e Cidade do Cabo. O jornalista Lucas Fitipaldi está representando o trio realizador do vídeo no país africano.

Promovida pelo Expresso Brasil na Copa, a Mostra faz parte da programação de atividades que divulgam as expressões artísticas e intelectuais brasileiras na África do Sul durante a Copa 2010. Na lista dos filmes exibidos estão Broder, de Jeferson De, Besouro, de João Daniel e Filhos de João, do baiano Henrique Dantas.

ADEMIR – O craque pernambucano Ademir Marques de Menezes, ou simplesmente, Queixada, brilhou no futebol brasileiro entre as décadas de 1940 e 1950. O atleta começou a carreira no Sport Club do Recife e depois teve passagens importantes nos clubes cariocas Vasco da Gama e Fluminense, onde conquistou campeonatos nacionais e internacionais.

Apesar de amargar a derrota na Copa do Mundo de 1950, no Maracanã, diante do Uruguai, Ademir ainda é considerado um dos maiores jogadores da história do futebol mundial. Com 9 gols, ele carrega, até hoje, o título de maior artilheiro do Brasil em uma única edição de Copa.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Por dentro do mercado

Assessoria 
A Executiva Press contrata jornalista com experiência em veículo e que goste de RP com a mídia. Os interessados devem cadastrar CVs no site http://www.executivapress.com.br/site/

Oficina de roteiro de ficção 
A Diretoria de Cultura promove, com coordenação do Cinema da Fundação, um workshop para roteiro de longas e/ou  curtas-metragens de ficção, ministrado pelo especialista argentino radicado na França, Gualberto Ferrari. O workshop será gratuito e acontece no período da manhã entre 24 e 28 de maio de 2010, e a tarde do dia 29 de maio de 2010 na sala João Cardoso Ayres e no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco. Serão selecionados de seis a doze projetos que estejam em andamento. O curso será dividido em duas partes, uma teórica e outra prática. As inscrições serão até o dia 14/05. Mais informações no site de Fundaj - www.fundaj.gov.br

Cursos do programa Estudos da Cultura
Com o objetivo de estabelecer um espaço de reflexão e produção, que estimule a formulação de pensamento crítico  e conceitual sobre temáticas relacionadas à cultura contemporânea, a Diretoria de Cultura da Fundação Joaquim   Nabuco, através da Coordenação de Capacitação e Difusão Científico-Cultural (Cadif) realizará o “Programa Estudos da Cultura: Formação em Arte e Cultura Contemporâneas – Seminários Avançados 2010”, uma série de   cursos destinados a estudantes de graduação, jornalistas, pesquisadores, críticos, curadores e professores.    

Concurso de Roteiros Rucker Viana
A Fundação Joaquim Nabuco, através da Massangana Multimídia Produções, da Diretoria de Cultura, lança o edital da VII Edição do Concurso de Roteiros para Documentários Rucker Vieira, destinado a selecionar e premiar dois projetos de curta-metragem digital, com objetivo de estimular a produção independente de audiovisual no Brasil.  A novidade é o valor do prêmio, R$ 80 mil para cada trabalho selecionado. O edital, bem como os documentos necessários para a inscrição, encontram-se no site da Fundaj.

terça-feira, 30 de março de 2010

Alicemania


A marca britânica Paul & Joe acaba de lançar uma linha limitada de prodos de beleza estampados com a Alice, mas desta vez é com a do clássico desenho da Disney. São duas latinhas, cada uma contém um espelho, um batom e folhinhas absorventes, daquelas de limpar a oleosidade do rosto. Começa a ser vendido essa semana na Harrods, em Londres, e no site ASOS.

*Descaradamente copiado do lindo blog que a querida amiga Carla Almeida fez para a sua tão almejada Alice. 

segunda-feira, 29 de março de 2010

Uma viagem de joias

Méudéusdocéu! O que são essas joias que a H.Stern lançou me homenagem ao badaladíssimo filme "Alice no País das Maravilhas"? Quero tudo! Se a Megasena não sortear os meus números, pode ser a imitação em bijous mesmo. Tá valendo.

Cheshire Cat (Gato Risonho): o gato fictício popularizado na obra Alice ganhou vida nos anéis H.Stern. O animal foi reproduzido em detalhes numa pequena escultura de ouro com banho de esmalte azul e aparece debruçado sobre um emaranhado de galhos de ouro e diamantes. Detalhe: o sorriso do gato de ouro recebeu um tratamento especial com tinta fluorescente e, assim como no filme, brilha no escuro.








Pássaro de Topiária: no filme, plantas recortadas artisticamente formam um deslumbrante jardim (no mundo da jardinagem, esta técnica é conhecida como topiária). Este cenário levou os designers da H.Stern a criarem um pássaro feito de centenas de folhinhas de ouro, soldadas uma a uma e recobertas por esmalte verde, num delicado e minucioso trabalho de ourivesaria.





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Rosas Falantes: as rosas do jardim de Alice são agora esculpidas em Ouro Nobre e, graças ao acabamento em esmalte, ganham um tom negro que contrasta com botões salpicados de diamantes.














Floresta de Cogumelos: A floresta de cogumelos pela qual Alice passeia no filme inspirou a criação de cogumelos de ouro esmaltado em cores e texturas escolhidas cuidadosamente para representar as formas naturais. Para reproduzir os tons usados no filme, foram testadas dezenas de cores até chegar no ideal para cada peça. A textura dos cogumelos reais é vista não só na parte externa como também na parte interna dos anéis. Alguns são recobertos por diamantes.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Para ser chique, não precisa ser extravagante

Penélope Cruz é considerada a mais bem-vestida em 20 anos de Oscar

A atriz espanhola Penélope Cruz foi considerada a mulher que melhor representou o "padrão da moda dos prêmios Oscar" dos últimos 20 anos graças ao vestido Versace que usou na edição de 2007, segundo o ranking da revista "Entertainment Weekly". A atriz liderou essa classificação pela escolha do traje no ano de sua primeira nomeação, quando compareceu à cerimônia como candidata a melhor atriz por seu papel em "Volver" (2006), de Pedro Almodóvar.


Penélope Cruz superou a americana Nicole Kidman e seu modelo de John Galliano de 1997, e a também americana Julia Roberts e seu Valentino de gala de 2001. Também figuram nas 10 primeiras posições do ranking: Michelle Williams, Sharon Stone, Renée Zellweger, Angelina Jolie, Halle Berry, Anne Hathaway e Cate Blanchett.

Outros nomes que, de acordo com "Entertainment Weekly", deslumbraram no tapete vermelho de Hollywood Boulevard durante os últimos 20 anos foram Jodie Foster, Charlize Theron, Kim Basinger, Kate Hudson, Claire Danes, Kate Winslet, Winona Ryder, Reese Witherspoon e Gwyneth Paltrow. A americana de descendência porto-riquenha Jennifer López fechou a lista graças ao vestido estilo sári, criado pelo costureiro Valentino, que usou no Oscar 2003.

*Fonte: UOL Estilo

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Por que a pirataria é tão grande?


Não sou muito de publicar textos reflexivos, pensar na vida e discutir questões da humanidade aqui no blog. Mas hoje li na minha previsão astral personalizada que estou passando por um momento muito emotivo. Vai durar aproximadamente um mês porque um planeta que eu não lembro qual é está passando pela casa que também não lembro qual é do meu signo ascendente. Esse eu lembro - é áries. Enfim, tudo indica que será um mês de TPM. Coitado do meu namorado...

Bem, mas acho que o que vou falar aqui não tem muito a ver com o meu estado emotivo, e sim com a situação econômica do nosso país. Hoje vim de ônibus para o trabalho. Tá, até aí nada de mais, pois utilizo o transporte público regularmente para economizar uns reais com gasolina. Ok, podia ser mais chique, dizendo que me preocupo com o meio ambiente e todo aquele papo de ecochata. Mas eu sou sincera.

Sempre passo por uma rua que liga as avenidas Herculano Bandeira e Antônio de Gois até chegar ao prédio ultra tech que trabalho. É rua rua estreita, em frente à igreja do Pina, bem num sinal de pedestres. Em ambas as esquinas da tal rua com as avenidas há os sempre presentes vendedores de CDs piratas. Vendem tudo que é título: filme macho-alfa (aquele cheios de explosões e porrada), desenhos animados para crianças e shows que variam dos mortais pagodes aos chatérrimos cantores gospel.

Mas por que a pirataria, especialmente de CDs e DVDs, é tão grande na cidade? A conta é simples. Um DVD pirata custa R$ 2,00. Uma ida ao cinema de uma família de quatro pessoas num final de semana custa R$ 48,00 (duas entradas inteiras e duas meias). O combo de pipoca mais barato na rede de cinema que domina o mercado custa R$ 11,00. Ainda tem a passagem de ônibus ou o estacionamento e a gasolina. Fora o apelo dos pequenos para lanchar naquela rede do "dois hambúgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim" após o cinema. Enfim, o passeio sai por volta de R$ 100.

Uma ida ao cinema custa o preço de um aparelho de DVD de uma marca inferior numa loja daquela rede baiana que passa três comerciais a cada intervalo da novela. E ainda parcelado em 12 vezes no crediário.

É muito mais fácil para uma família que tenha uma renda de R$ 800 mensais comprar um DVD pirata de um filme que ainda está no cimema do que assisti-lo na tela grande. Para muitos, a diversão nossa de cada domingo tedioso é feita apenas em comemorações. Eu já escutei num ônibus a conversa de duas mães. Uma dizia que era aniversário do filho e que ele tinha pedido para ir ao cinema. Só não ficou sem a festinha (pois o dinheiro seria usado na tarde no shopping) porque a avó fez um bolo e uns salgadinhos para ele levar para a escola.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Vai mostrar sexo, drogas e rock n' roll?

Johnny Depp vai dirigir filme sobre Keith Richards

A relação do ator (e também músico) Johnny Depp e de Keith Richards deve ficar ainda mais próxima. Depp afirmou, em entrevista a um site da Sérvia, que vai dirigir um documentário sobre o guitarrista dos Rolling Stones.

Depp esteve na Sérvia em janeiro, durante o terceiro festival de cinema Kustendorf, no vilarejo de Drvengrad. Na ocasião, o ator foi recebido com uma estátua à sua imagem e semelhança, revelada pelo diretor Emir Kusturica (Crianças Invisíveis, Zavet).

"Enquanto estou em Drvengrad, meu editor está trabalhando em quilômetros de imagens de arquivo e fotos de shows [de Keith Richards]. Estou muito emocionado com o fato de Keith ter aceitado aparecer em frente às minhas câmeras", disse o ator à época, informa o site The Playlist.

Depp e Keith já se conhecem há algum tempo: o ator, além de ser fã declarado de Richards como músico (Depp toca guitarra), se inspirou no guitarrista para compor o personagem Jack Sparrow, da franquia cinematográfica Piratas do Caribe. Richards chegou a fazer uma ponta em Piratas do Caribe - No Fim do Mundo, terceiro filme da cinessérie, como pai do personagem.

Esta também não será a primeira vez de Depp atrás das câmeras. Ele já dirigiu dois filmes - Stuff (1992), para a TV, e The Brave (1997).

*Fonte: Rolling Stone 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O Bourne do século XIX


Esqueça tudo que você lá leu sobre Sherlock Holmes. O filme de Guy Ritchie mostra o famoso personagem detetive inglês mais próximo de Jason Bourne do que o engomadinho senhor de casaco xadrez das páginas dos livros de Arthur Conan Doyle. Robert Downey Jr está impecável no filme, com seu humor sarcástico e cenas de ação feitas aparentemente quase sem dublê.

O Sherlok das telas pode ser considerado o Bourne das antigas. O filme tem muitas cenas de ação, com lutas impressioantes, explosões impossíveis de haver sobreviventes e tramas bem elaboradas. Apenas as impossíveis soluções para crimes apresentas pelo famoso detetive continuam as mesmas.

Enfim, o novo Sherlock é um ótimo filme para as férias. Duas horas de diversão garantida. Vale a pena até pagar o absurdo cobrado pela pipoca do cinema. Só não peça um refrigerante muito grande, porque se a bexiga não aguentar, você não vai querer sair para ir ao banheiro e perder preciosos minutos da película!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Governo vai financiar novas salas de cinema

O governo federal lançou ontem um programa para construir cinemas em cidades com 20 mil a 100 mil habitantes que não tenham sala --21% dos municípios estão no perfil. As obras terão recursos da Ancine (Agência Nacional do Cinema) e, depois de concluídas, podem ser administradas por empresas privadas via edital.

O governo prevê ainda o lançamento, até o fim do ano, de uma linha de crédito, operada pelo BNDES, para construção de salas em áreas periféricas de cidades com mais de 100 mil habitantes. Os recursos sairão do fundo do audiovisual. O ministro da Cultura, Juca Ferreira, disse que o projeto não coincide com a estreia do filme "Lula, o Filho do Brasil": "Uma coisa não tem nada a ver com a outra".

* Fonte: Folha Online

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Bem-vindo a Nollywood


É provável que você nunca tenha ouvido falar na atriz que ilustra esta página. Mas ela é uma estrela, acredite. Com mais de 100 filmes no currículo, Genevieve Nnaji, 30 anos, faz parte do grupo das atrizes mais aclamadas de Nollywood, a indústria de filmes da Nigéria. De seus estúdios saem 45 filmes por semana – três vezes a produção de Hollywood, a indústria de cinema americana que originou o trocadilho do nome. Isso faz da Nigéria a maior produtora de filmes do mundo, à frente também de Bollywood, a indústria indiana.

O sucesso de Nollywood chama a atenção antes de tudo pelo contraste. A região africana é cenário de pobreza extrema. Uma criança nigeriana nasce com poucas chances de viver além dos 46 anos, e metade da população ganha menos de US$ 1 por dia. Mesmo assim, cerca de 90% das pessoas dizem assistir a pelo menos um filme por semana. Isso é possível por causa do formato peculiar com que as obras são distribuídas. Esqueça poltronas e ar-condicionado. As salas de cinema na Nigéria são um espaço com 20 cadeiras, um grande aparelho de TV e um DVD. Os filmes são exibidos em troca de alguns centavos ou vendidos em camelôs. Resultado: um negócio de US$ 540 milhões. Na Nigéria existe uma sala simples de cinema para cada grupo de 750 habitantes. No Brasil, há uma para cada 90 mil habitantes.

Além da distribuição, há diferenças também na produção dos filmes. Eles costumam ser feitos com orçamento que não ultrapassa os U$ 40 mil, e a toque de caixa. Com dinheiro contado, é preciso usar pelo menor tempo possível equipamentos alugados e locações. Os roteiros são filmados com câmeras digitais e as histórias invariavelmente retratam tradições, feitiçaria e corrupção. “Eles fazem sucesso porque tratam de temas que têm a ver com a realidade da população”, disse a Época NEGÓCIOS o italiano Franco Sacchi, diretor de um documentário sobre a indústria cinematográfica nigeriana. O resultado não é uma obra-prima da sétima arte. Mas o suficiente para alçar Genevieve e outras atrizes à categoria de superstars – e Angelina Jolie, à de solene desconhecida.

Veja a lista dos trailers dos filmes mais vistos em Nollywood

* Fonte: Época Negócios

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O futuro do cinema na Espanha

Nova Safra de diretores espanhóis ganha o mundo com blockbusters, mas coloca o cinema do país na encruzilhada entre Hollywood e as produções autorais

Desde o fulminante sucesso de Mulheres à beira de um ataque de nervos (1988), Pedro Almodóvar tornou-se sinônimo de cinema espanhol para espectadores de todo o planeta. Ícone da tela grande ao lado de Bigas Luna da “Movida” Madrilenha - um dos principais movimentos de renovação cultural dos anos 1980 –, Almodóvar conquistou um raro status dentro e fora de seu país. Lançado com pompa na Cidade do Cinema, complexo da indústria do audiovisual nos arredores de Madri, Los abrazos rotos, a mais recente produção do diretor, estrelada por Penélope Cruz, foi recebida com frieza pela imprensa e tampouco lotou as salas de exibição espanholas, como aconteceu com Volver, o filme nacional mais assistido de 2007.

Criticado pela repetição de fórmulas em seu último filme, o longo reinado de Almodóvar, precedido por Carlos Saura e muito antes por Luis Buñuel, lança dúvidas sobre o futuro do cinema espanhol. Há ou não uma nova safra de diretores em ascensão no país? “O fato é que vivemos um momento de crise criativa em nosso cinema”, assinala o crítico de cinema Eduardo Moyano, ex-diretor da Rádio Exterior de Espanha.

Um sintoma desse fenômeno pode ser sentido na bilheteria. As três produções com dinheiro espanhol de maior sucesso do ano passado são faladas em inglês e, com exceção de Os crimes de Oxford, de Alex de la Iglesia, as demais são obras de diretores norte-americanos: Vicky, Cristina, Barcelona (Woody Allen) e Che, el argentino (Steven Soderbergh).

De fato, nos últimos anos, os diretores de maior projeção no exterior têm optado por um modelo de cinema mais “holywoodiano”. De la Iglesia, famoso por blockbusters como El día de la bestia (1995) e La comunidad (2000), trabalha agora em La marca amarilla, uma adaptação dos quadrinhos estrelada pelo inglês Keneth Branagh. A grande revelação dos últimos tempos, Alejandro Almenábar (Oscar de filme estrangeiro em 2004 por Mar adentro e autor de Os outros, com Nicole Kidman, de 2002), também abraçou as produções multinacionais. Estreia em outubro, na Espanha, seu próximo filme Ágora, rodado na ilha de Malta com inspiração no mundo grego antigo. Os atores mais populares da atualidade, Penélope Cruz e Javier Bardem, também passam mais tempo em Los Angeles que na própria Espanha. “Fazer filmes em outros países tem seu lado positivo, mas, com isso, acabamos perdendo ópria identidade”, lamenta Moyano.
REVELAÇÕES - Seria injustiça, no entanto, não reconhecer o surgimento de um novo grupo de realizadores de boa qualidade. Um dos autores mais premiados na Espanha, atualmente, é Jaime Rosales, aclamado em Cannes em 2007 por Las horas del día e vencedor do Goya – o Oscar espanhol – de Melhor Direção por La soledad (2007). No ano passado, provocou polêmica no Festival de San Sebastián com Tiro en la cabeza, retratando os bastidores do terrorismo no País Basco. Este ano, Rosales está de volta às telas como produtor do drama existencialista A árvore, de Carlos Serrano Azcona.

Entre as novas caras do cine espanhol, destaca- se também Isabel Coixet, com os elogiados Mi vida sin mí (2003) e La vida secreta de las palabras (2005). A diretora estreia em agosto El mapa de los sonidos de Toquio, rodado no Japão. Outro autor que vem ganhando projeção é Chus Gutiérrez, atualmente em cartaz com Retorno a Hansala, que retrata o drama dos imigrantes africanos arriscando a vida para desembarcar ilegalmente na costa espanhola. Ainda na lista de revelações, está outro filme de caráter social: El truco del manco. O filme, que conta a história do rapper defi ciente físico El Langui, rendeu a Santiago Zannou o Goya de melhor diretor estreante.

Representando o establishment da indústria cinematográfi ca, o Goya, este ano, apostou todas as suas fi chas em Camino, merecedor de seis estatuetas, entre elas a de Melhor Filme e Direção para Javier Fesser. Destinado ao grande público e abusando um pouco do dramalhão, o filme tem o mérito de abordar um tema sensível à sociedade espanhola: os bastidores da Opus Dei, o que certamente atrairá espectadores no exterior. A aclamação de Camino acabou ofuscando uma das melhores produções recentes, Los girasoles ciegos, do veterano diretor José Luis Cuerda – ambientado durante a guerra civil espanhola –, que promete agradar à audiência internacional mais sofi sticada.

Na encruzilhada entre Hollywood e o cinema de autor, a Espanha busca um novo modelo enquanto vê o público minguar ano a ano nas salas de exibição. Moyano acredita que alguns gêneros, como o de terror fantástico, têm potencial para atrair o público jovem, a exemplo de sucessos como Orfanato (José Antonio Bayona, 2007), REC (Jaume Balagueró e Paco Plaza, 2008), ou La casa de Fermat, (lançado neste ano pelos ña).

Depois de muita experimentação, Almodóvar definiu seu próprio destino autoral no lançamento de Los abrazos rotos: “Quero me dedicar cada vez mais a um gênero que foi muito distorcido pela televisão e que merece uma abordagem mais contemporânea no cinema: o melodrama”. Mais espanhol, impossível.

* Fonte: Revista da Livraria Cultura

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Bollywood deve crescer 12,5%


Por favor, leiam com a música a abertura da novela em mente. Para ajudar, lá vai a letra: Tetúnumáperícanehêin!

A indústria de cinema indiana, mais conhecida mundialmente como Bollywood, está passando por mudanças que possibilitarão nos próximos cinco anos um forte crescimento de 12,5%. Mas a expansão desse mercado não virá somente do 1,2 bilhão de indianos, o equivalente a um quinto da população mundial, mas sim, da internacionalização da sétima arte indiana.

Em apresentação na ExpoGestão 2009, nessa quinta-feira (18/6), Sharada Ramanathan, cineasta indiana e diretora da Golden Square Films, descartou um forte impacto da atual turbulência econômica no ramo do entretenimento. “Apesar da crise, as pessoas continuam indo ao cinema, continuam querendo se divertir”.

“Na Índia, a cada ano empregamos mais e mais pessoas”, conta a artista e empresária. De fato, são números respeitáveis. O setor emprega cerca de 15 milhões no país. “O cinema é definitivamente um modo de vida na Índia”, afirma Ramanathan. Com orçamentos que variam entre US$ 500 mil e US$ 10 milhões, há um esforço de levar os filmes indianos para o exterior. “Estamos fazendo co-produções com Hollywood e lançando canais com a nossa produção em outros países”.

Com essas ações, estima-se que a indústria cinematográfica indiana passe a movimentar US$ 225 milhões em 2013, contra os US$ 125 milhões registrados em 2008: um crescimento de 12,5%.

Com influência de tradições antigas indianas e do Ocidente – Michael Jackson é considerado a maior influência do século passado lá -, o cinema indiano também aposta em expandir suas fronteiras dentro da própria Índia. “Estamos ganhando espaço em cidades menores em que não tínhamos representatividade. São eles que crescem com mais rapidez”, diz Sharada.

* Fonte: Época Negócios

terça-feira, 16 de junho de 2009

Jean Charles no cinema

"Queríamos contar a vida de Jean Charles, não a morte"

Elenco apresentou filme sobre brasileiro morto em Londres. Com direção de Henrique Goldman, longa estreia no país em 26 de junho

O polêmico caso da morte do brasileiro Jean Charles de Menezes virou um filme. Dirigido por Henrique Goldman e estrelado por Selton Mello, "Jean Charles" foi apresentado à imprensa nesta terça-feira (16) em São Paulo.

Em entrevista coletiva, Mello ressaltou que o objetivo do longa é lembrar a vida do imigrante brasileiro. "Quando cheguei a Londres para as filmagens queria ir à estação Stockwell, onde ele foi assassinado para ver o local e o santuário que foi feito para ele lá. O Henrique não quis que eu fosse e me disse que não queria que eu ficasse impregnado pela tragédia. No fim acho que foi a opção certa. Queríamos contar a história da vida dele, não da morte."

De fato, "Jean Charles", que estreia nos cinemas brasileiros em 26 de junho, se propõe a mostrar o cotidiano do eletricista mineiro na capital inglesa -- seu "rolos", trabalhos para juntar dinheiro e a vida na comunidade brasileira local até o momento em que ele é morto no metrô por policiais que o confundem com um terrorista.

"Espero que o filme ajude para que os policiais envolvidos sejam responsabilizados pelo que ocorreu", afirma o diretor.

* Fonte: G1

sábado, 25 de abril de 2009

Lembranças do que não vi

As fotos foram tiradas durante os dez minutos de exibição do "Fligth 666."





Chamem a Anac!

Deu apagão no voo do Iron Maiden. Como assim? Esta blogueira que vos escreve foi uma das pessoas feitas de idiota que estiveram no Cinema Box Guararapes nesta sexta-feira (24) para assistir ao documentário "Fligth 666". O vídeo mostra a primeira parte da turnê da maior danda de heavy metal do planeta, entitulada Somewhere Back in Time.

A sessão estava marcada para às 21h25. Todos entraram na sala, começaram a assistir aos trailleres, e... A equipe do Box passou nada mais, nada menos que 40 minutos tentando colocar o sistema de som para funcionar. O filme foi iniciado quatro vezes nesse tempo. O suficiente para decorar as fotos do clip de abertura - "Two minutes do Iron Maiden."

Além da demora, nos fizeram escutar todo o teste de som - "Left, Center, Rigth, Rigth Sourround, Left Sorround" - DEZENAS DE VEZES. Virou coro na plateia.

Quando o filme começa, apenas duas caixas de som funcionavam, a "Center" e a "Rigth". Óbvio que o som estava baixo e uma verdadeira porcaria. Mas tudo bem, depois da espera e ter dirigido do bairro de Casa Amarela até Piedade, era melhor ver o filme.

Ah, detalhe: só foram programadas três exibições. A primeira na terça-feira (21/04), a segunda hoje (24/04) e a terceira amanhã (25/04). Não pude ir na terça e não poderei ir amanhã. E aí?

Finalmente, às 21h05, iniciaram o filme. Dez minutos depois, depois de todos estarem estigados com imagens do primeiro show da turnê em Mumbai, Índia, param o vídeo e o gerente vem cinicamente informar que não tinha condições de continuar com o filme. Quem quisesse, poderia pegar um ingresso para amanhã ou ter o dinheiro devolvido.

A resposta pro "E aí?": não vai ter uma quarta exibição para compensar o erro de hoje. A desculpa dada é que a programação foi montada por uma produtora no Rio de Janeiro e, depois de relatado o ocorrido, se eles tiverem pena de nós, poderão marcar uma sessão extra.

Conclusão: fomos feitos de IDIOTAS por um erro besta, totalmente presível. Pura INCOMPETÊNCIA DO BOX GUARARAPES, que não fez uma coisa básica - testar o equipamento antes da exibição de um filme que não teria muitas outras sessões, como muitas porcarias que estão em cartaz.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Um excelente filme


Nesse final de semana fui assistir a um dos filmes que foram destaque no Oscar: O Lutador (The Wrestler). A melhor definição que achei para o longa é "o filme de luta que Sylvester Stallone não conseguiu (e nunca conseguirá) fazer. Um Rocky (com Luta Livre no lugar do Boxe) com atores bons e um roteiro bem melhor."

Além de da excepcional atuação de Mickey Rourke - que, na minha opinião, só perdeu o Oscar para Sean Penn porque Milk tem um apelo muito maior - e dos atores coadjuvantes, a trilha sonora merece mais do que destaque. Merece um aplauso ao fim de cada sessão.

Foram reunidos os maiores nomes do rock dos anos 80. Apesar da trilha original conter apenas 12 faixas, no filme, são "apresentadas" mais de 20 músicas, com destaque para Guns n Roses, uma das bandas preferidas da blogueira. Segue a trilha oficial do filme:

1. Bang Your Head (Metal Health), Quiet Riot
2. Don’t Know What You Got, Cinderella
3. Stuntin’ Like My Daddy, Birdman & Lil Wayne
4. Don’t Walk Away, Firehouse
5. War : Welcome To Hell, Rhino Bucket
6. Blowin’ Up, Solomon
7. Mirror, Dead Family
8. Round And Round, Ratt
9. Dangerous, Slaughter
10. I’m Insane, Ratt
11. Balls To The Walls, Accept
12. Animal Magnetism , Scorpions

Notas de hoje:

- Valdecarlos Alves retornando de Miami, onde foi fazer umas comprinhas básicas.

- Gilvan Oliveira e sua sandália africana trazida especialmente de Moçambique (foto).

- Em São Paulo, o advogado José Eduardo Ruffo finalizando sua monografia que tem como tema "O prazo prescricional para a ação de repetição do indébito de tributo indevido ou recolhido a maior, cujo crédito tributário se constitua pelo auto-lançamento." O fino e fofo tentou explicar à blogueira o que isso significa, mas não deu certo. Tem algo a ver com prazos para reivindicar impostos cobrados indevidamente.

- Tatiana Portela às voltas nos bastidores da viagem do governador Eduardo Campos ao Sertão do Estado.

- Feriadão de reforma. Como todo bom namorado explorador, José Jayme convocou Nivia Gouveia para participar do clean up de seu quarto. Além de pintado, o cômodo ganhou móveis novos e limpeza geral. "Não basta ser namorada, tem que participar", disse a fina e fofa, esbaforida.

* Envie sua sugestão de foto, nota ou texto para mr2505@gmail.com

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Cinema é a maior diversão!



A revista Veja desta semana deu destaque à visita de Tom Cruise ao Brasil (claro, nada mais óbvio para as sessões de cultura). No entanto, o que me chamou mais atenção na matéria foi uma vinculada falando sobre o tamanho da indústria cinematográfica no país. Não só a produção de filmes, mas o consumo do produto cinema em si. Resolvi compartilhar.

PS: Isso me lembrou o início das sessões quando eu era criança: "Grupo severiano Ribeiro. Cinema é maior diversão!"

O Brasil na rota das estrelas

Poucos anos atrás, as distribuidoras brasileiras mal conseguiam que subcelebridades como Rob Schneider – aquele sujeito sebento que faz pontas em filmes de Adam Sandler – viesse para cá promover seus filmes sem lhes oferecer, em troca, passagem e estadia até para a sogra.

Hoje o Brasil (e em particular o Rio de Janeiro) recebe com certa fleuma mega-astros do porte de Will Smith e Tom Cruise, que cumprem aqui às vezes agendas mais intensas do que as programadas para capitais europeias. Não só a praia, o rodízio e a caipirinha (passos indefectíveis de todo visitante estrangeiro) respondem por essa popularidade súbita no país. No caso de Cruise, os mercados internacionais respondem por 75% da bilheteria mundial de seus filmes de ação. Portanto, maior também é a atenção devida a eles.

Esse é o fator que transformou o Brasil em etapa quase natural de uma grande turnê como a que Cruise acaba de realizar, e que faz com que obstáculos como a distância e insignificância comercial dos países adjacentes sejam relevados: o mercado nacional, que gira em torno de 90 milhões de ingressos por ano, é um dos dez maiores do mundo hoje e um dos dois únicos (sendo o outro o México) situados em países em desenvolvimento – ou seja, com muita terra, e ingresso de cinema, por desbravar.

Notas de hoje:


- Dia de cantar parabéns para Chico Baldini, o melhor dançarino gaúcho da ciranda pernambucana.



- Paula Brukmüller (foto) arrasa: em visita dos candidatos a rei e rainha do Baile Municipal do Recife à redação do Diário de Pernambuco, um dos bofes olhou para a fina e fofa e disse: “Era para você estar aqui entre nós!”



- Safira Mergulhão está de férias. Retornou de uns dias de descanso em Salvador. No entanto, sem boas impressões da cidade. Normal, coisa de pernambucano convicto (a blogueira se inclui na opinião).


- Já do outro lado, a contragosto, Sérgio Montenegro Filho retorna à redação do JC, depois de quase 40 dias de férias. E pega logo o “bonzinho”: MAIS UMA visita de Lula.





- Débora Carvalho (foto) desfila por aí de novo look, que marca também uma nova fase de vida.





* Envie sua sugestão de foto, nota ou texto para mr2505@gmail.com

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Steven Seagal


História: Nasce Uma Estrela
Na adolescência, partiu para o Japão para aprender artes marciais. Acabou aprendendo a arte sozinho no caminho, pois havia optado por fazer a viagem à pé. Em passagem pelo continente asiático, Steven Seagal parou em um mosteiro budista na China onde aprendeu os segredos do golpe dos 5 pontos para estourar o coração. Logo em seguida, em suas aulas práticas, matou todos os monjes que detinham o conhecimento sobre essa técnica marcial restando somente ele no mundo a ser capaz de realizar com sucesso este golpe mortifero.

Seguiu então para o Japão, onde finalmente conheceu a arte que se tornaria a sua marca registrada: a atuação. Seu primeiro trabalho como ator fora na adaptação japonesa para a novela 'Escrava Isaura'. Nesta versão, Steven aparecia um pequeno papel, interpretando um ex-agente, recém saído de um coma de 7 anos, que jura vingança. Um pequeno papel sim, mas o suficiente para que a crítica japonesa o reconhecesse e o aclamasse por suas expressões faciais. Tão logo a novela terminou, Steven fora chamado para seu primeiro trabalho no cinema, no papel de um ex-agente, recém saído de um coma de 7 anos, que jura vingança. Nascia então uma estrela.

Hollywood: Polêmica & Decepção
Não demorou muito para que as polêmicas voltassem a rodear a vida de Seagal. Em 1990, o ator estrelava o filme "Difícil de Matar" ao lado de Kelly LeBrock, um thriller erótico recheado de violência e sensualidade. O sucesso foi tanto que rendeu a Seagal a sua primeira indicação ao Oscar, mas um roteiro revelador e surpreendente, que colocava em xeque a honestidade do Estado, trouxe algumas desavenças para Seagal e durante a cerimônia o ator foi baleado por um político corrupto e seu capanga. Steven Seagal ficou em coma por 7 anos, mas antes disso ele jurou vingança. A sua vida passava a imitar sua arte.

Em 1997, um pouco antes de despertar do coma, Steven Seagal disputou o papel principal com o comediante Chris Farley, no filme "Um Ninja da Pesada". Steven Seagal perdeu o papel para Farley e no mesmo ano, assim que Seagal voltou à ativa, o comediante veio a falecer misteriosamente. Nada foi comentado a respeito e a história que prevaleceu na época, e ainda prevalece, foi a de que Farley havia morrido por uma overdose de cocaína e ao cair no chão, ele quebrara o braço.

A fama de mau trouxe para Seagal um affair com a lindíssima quase-atriz Kelly LeBrock. O romance durou pouco tempo, pois Kelly caiu na besteira de debochar da forma física de Seagal pós-coma. Kelly LeBrock apareceu na manhã seguinte com um braço quebrado e 9 meses depois descobriu que Seagal a condenara a passar o resto de sua vida cuidando de 27 crianças e todas elas sabiam Aikidô.

Seagal salvou a sua honra e cansado de tanta falsidade e deboche, se sentindo hostilizado em um mundo superficial de estrelas decadentes, ele decidiu que era hora de se dedicar a algo que lhe desse prazer, que lhe fizesse se sentir vivo, que lhe trouxesse de volta o mojo que Hollywood havia lhe roubado. Era hora de voltar para o Japão, para o Aikidô, para as tortas de amora e para o chá verde. Foi quando ele veio à imprensa e pronunciou a frase que marcou o mundo cinematográfico, com sua echarpe azul e seu chapéu branco, ele se despediu: "I want to be alone".

Reconhecimento
Conhecido mundialmente como o único possuidor de uma força e inteligência que chega a 80 de UMCN (Unidade de Medida Chuck Norris, baseado na porcentagem da força de Chuck Norris), Seagal sempre lutou pelo bem. Ganhador do Oscar (Framboesa de Ouro) de melhor ator por 18 vezes, é mundialmente conhecido por sua expressão facial fantástica. Desde que Chuck Norris viu Steven Seagal matar um homem com um dedo só, ele o nomeou seu sucessor, dando a ele os mandamentos sagrados do nocaute com apenas um golpe.

Norris - A Desavença Eterna
Recentemente foi publicado um provérbio numa das mais reconhecidas revistas de artes marciais da Ásia dizendo o seguinte: Fato 1: Chuck Norris perdeu a virgindade antes do pai.
Fato 2: Steven Seagal não tem pai! Quem seria louco de comer sua mãe?"

Fonte: Desciclopedia

Notas de hoje:

- Luciana Neiva mostra toda a sua desenvoltura na dança do ventre neste sábado (15), no Teatro de Santa Isabel, no espetáculo Divas, promovido pela Cia Árabe Hannah Costa.

- Fabiana Maranhão está de malas prontas. Viaja amanhã para São Paulo, onde passo uns dias com o pappy e de lá segue para Vancouver, no Canadá. Será um mês de curso intensivo de inglês, novas paisagens deslumbrantes e temperaturas que variam entre 0ºC e 13ºC. A fina e fofa volta ao calor dos trópicos até as festas de Fim de Ano.

- Mhatteus Sampaio inscreveu três na categoria Radiojornalismo no Prêmio Cristina Tavares: uma sobre o Rio Capibaribe, outra sobre Tabagismo e terceira sobre Paulo Freire.

- Ângela de Santis está na reta final de conclusão do seu projeto experimental. O trabalho aborda um tema atualíssimo e que muitas pessoas se identificam: os abusos que os operadores de telemarketing cometem conosco, pobres consumudores que temos que agüentar aqueles robôs falando com sotaque paulista, meu.

- Gilvandro Filho assina a letra da música de trabalho do CD que marca a volta de Tavito aos estúdios. "1969 - O Beijo do Tempo" pode ser ouvida aqui.

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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

A mulher e o atirador de facas



O título do filme carece de originaliadade diante do original: "La Fille Sur Le Pont", que traz mais subjetividade à trama. Mas isso não atrapalhou o sucesso do longa francês lançado em 2000 e que ainda hoje é aplaudido pela crítica. Além de um roteiro espetacular e uma fotografia deslumbrante, "La Fille Sur Le Pont" não peca por ser um filme extramente francês com todas as considerações filosóficas que possa ter.

Notas de hoje:

- Leo Dantas ainda não marcou nenhum passeio com a amiga Daniele Winits. A atriz (atriz???) está hoje no Recife para participar de uma entrevista coletiva sobre o lançamento de novos tons de castanho da tintura para cabelo da Garnier. Ao lado, a foto do fino e fofo com Dani, o marido Cássio Reis e o cunhado Thiago no desfile do Galo da Madrugada.

- De tanto fazer matérias no Procon, Mhatteus Sampaio mostrou que decorou o Código do Consumidor. Comprou um carro com R$ 6 mil (isso mesmo, seis mil reais) de desconto porque a concessionária pregou a etiqueta errada no veículo. Eles foram obrigados a vender o carro pelo preço que estava lá. Grande garoto!

- A redação da PCR acompanha a abertura das Olimpíadas com um animado café da manhã. Todos os atletas do teclado ligados nos jogos.

- Everton Menezes está de férias. Só volta em setembro para a redação da TV Tribuna.

- Katarina Cardoso iniciou a faculdade de Direito na Católica. "Paguei mais mico que calouro. Mudaram a porta da biblioteca de lugar e não me avisaram nada!", desabafou.

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